RETORNANDO À ATIVA.
Seguindo a proposta de alguns amigos blogueiros das anitgas, topei voltar a ativar meu Observador.
Na verdade, o meu primeiro Observador, de 2002, já que o mais ativo que eu tive - que morava no Blogbrasil, destruido impiedosamente por virus daninhos - já era.
Então, consegui - com a ajuda da minha filha #1. Amdréa Cals (a muie do mei do mato) - achar esse meu desbravador Observador e será nele que eu espero voltar a atividade.
ASSIM ESPERO!
terça-feira, agosto 19, 2014
sexta-feira, dezembro 28, 2007
DESEJOS, ESPERANÇAS E EXPECTATIVAS
Num ano que vai ficar marcado para mim, como o ano da renovação, do meu coração revascularizado, quero deixar marcado, registrado, em todos os meus queridos blogues e assemelhados, minha felicidade e esperanças para os muitos outros anos que eu ainda espero desfrutar aqui no planeta.
E que essa esperança e felicidade, seja estendida a todos amigos, parentes e os mais chegados, em toda a sua plenitude.
FELIZES ANOS NOVOS!
Num ano que vai ficar marcado para mim, como o ano da renovação, do meu coração revascularizado, quero deixar marcado, registrado, em todos os meus queridos blogues e assemelhados, minha felicidade e esperanças para os muitos outros anos que eu ainda espero desfrutar aqui no planeta.
E que essa esperança e felicidade, seja estendida a todos amigos, parentes e os mais chegados, em toda a sua plenitude.
FELIZES ANOS NOVOS!
sábado, dezembro 31, 2005
PRÁ NÃO PASSAR EM BRANCO
Preparei esse texto, quase nada, para não deixar passar em branco os meus blogues secundários.
Alguns, nem tanto, esse por exemplo, pois já tiveram seus dias mais “gloriosos”. Apenas cederam espaço para o titular, além de não sobrar tempo ao natural “alimentador” geral.
Mas, moram no meu coração.
FELIZ ANO NOVO! VIVA 2006!
Preparei esse texto, quase nada, para não deixar passar em branco os meus blogues secundários.
Alguns, nem tanto, esse por exemplo, pois já tiveram seus dias mais “gloriosos”. Apenas cederam espaço para o titular, além de não sobrar tempo ao natural “alimentador” geral.
Mas, moram no meu coração.
FELIZ ANO NOVO! VIVA 2006!
segunda-feira, abril 25, 2005
sexta-feira, fevereiro 18, 2005
MEIO QUE PERDIDO NUM MAR DE CRAQUES...
Mas, se não sou eu pra falar das minhas atuações, quem delas falará?
Então, resolvi colocar alguma coisa que executei e que ficou bem feita.
Veja lá no Arquiteto Comum.
As fotos são do Bruno Cals.
Projeto do arquiteto Franklin Iriarte e a execução e detalhamento, desse arquiblogueiro que vos escreve.

Fachada Posterior, a minha preferida. Em primeiro plano a piscina, maravilhosa!
VEJA MAIS!
Mas, se não sou eu pra falar das minhas atuações, quem delas falará?
Então, resolvi colocar alguma coisa que executei e que ficou bem feita.
Veja lá no Arquiteto Comum.
As fotos são do Bruno Cals.
Projeto do arquiteto Franklin Iriarte e a execução e detalhamento, desse arquiblogueiro que vos escreve.

Fachada Posterior, a minha preferida. Em primeiro plano a piscina, maravilhosa!
VEJA MAIS!
domingo, fevereiro 13, 2005
Vivo, por isso mesmo, colocando referências de coisas, textos, imagens, etc, de amigos, conhecidos e parentes, aqui no Observador. As vezes, muitas delas, até de desconhecidos.
Mas sempre com uma característica: coisas de que eu gosto.
Dessa vez vou falar do trabalho de uma Artesã , que realiza um trabalho de alta qualidade e é muito chegada ao “proprietário’ dessa baiúca chamada Observador; minha mulher,Vera Cals, pra mim, Verinha.
Sem me arrastar em detalhes, descrições e outras “mumunhas” mais, vou às imagens.

Vista do atelier de da artesã

A artesã em pleno trabalho

Iemanjá e Santa Apolônia. Ao fundo N.S.Aparecida.

São Jorge e São Sebastião

Iemanjá, linda, destaque especial
ALTA QUALIDADE!
terça-feira, fevereiro 08, 2005
PHILIP JOHNSON 1906-2005 (Philip Cortelyou Johnson)

Philip Johnson, jovem e mais velho.
Um dos maiores arquitetos americanos, morreu no dia 27 de janeiro, aos 98 anos, em sua celebre casa, a Glass House.
Foi encontrado morto pelo seu companheiro David Whitney, com quem viveu 45 anos.

Glass House
Autor de alguns dos mais representativos projetos da arquitetura americana , foi sempre uma polêmica e controvertida figura.
Foi associado a John Burgee, de 1967 até 1987, quando retirou-se oficialmente, continuando, no entanto, a prestar assessoria e colaboração. Seu escritório, Philip Johnson & Alan Ritchie, ainda está em plena função.
Como arquiteto, sua vida foi repleta de contradições, valendo como um verdadeiro estudo de variedade do comportamento humano. Apaixonado defensor da arquitetura moderna, foi responsável pela aceitação, nos EUA, de arquitetos europeus , como Gropius e Mies van der Rohe, com quem iniciou seus trabalhos mais sérios.
Inquieto, andou experimentando mudanças diversas, indo do Modernismo ao Classicismo Decorativo, para depois voltar para o Modernismo, mudanças essas que lhe valeram muitas criticas.
Em sua vida particular, o fato de ser homossexual e adepto do Hitlerismo e do fascismo, causou-lhe outros enormes antagonismos e outras tantas dificuldades.
Foi o primeiro vencedor do celebre Pritzker Prize, em 1978, com o projeto do Seagram Building, tendo recebido, em 1978 a Gold Medal do AIA, maior prêmio individual para um arquiteto nos EUA.
Alguns projetos

Penzoil Place e AT&T

Texas

Cathedral of Hope
Trabalho e vida, fora do comum, Philip Johnson vale ser mais apreciado.
LEIA MAIS, AQUI, E AQUI

Philip Johnson, jovem e mais velho.
Um dos maiores arquitetos americanos, morreu no dia 27 de janeiro, aos 98 anos, em sua celebre casa, a Glass House.
Foi encontrado morto pelo seu companheiro David Whitney, com quem viveu 45 anos.

Glass House
Autor de alguns dos mais representativos projetos da arquitetura americana , foi sempre uma polêmica e controvertida figura.
Foi associado a John Burgee, de 1967 até 1987, quando retirou-se oficialmente, continuando, no entanto, a prestar assessoria e colaboração. Seu escritório, Philip Johnson & Alan Ritchie, ainda está em plena função.
Como arquiteto, sua vida foi repleta de contradições, valendo como um verdadeiro estudo de variedade do comportamento humano. Apaixonado defensor da arquitetura moderna, foi responsável pela aceitação, nos EUA, de arquitetos europeus , como Gropius e Mies van der Rohe, com quem iniciou seus trabalhos mais sérios.
Inquieto, andou experimentando mudanças diversas, indo do Modernismo ao Classicismo Decorativo, para depois voltar para o Modernismo, mudanças essas que lhe valeram muitas criticas.
Em sua vida particular, o fato de ser homossexual e adepto do Hitlerismo e do fascismo, causou-lhe outros enormes antagonismos e outras tantas dificuldades.
Foi o primeiro vencedor do celebre Pritzker Prize, em 1978, com o projeto do Seagram Building, tendo recebido, em 1978 a Gold Medal do AIA, maior prêmio individual para um arquiteto nos EUA.
Alguns projetos

Penzoil Place e AT&T

Texas

Cathedral of Hope
Trabalho e vida, fora do comum, Philip Johnson vale ser mais apreciado.
LEIA MAIS, AQUI, E AQUI
sexta-feira, fevereiro 04, 2005
UM MOMENTO MÁGICO
Ontem cumprimos a vontade da nossa mãe, de ter suas cinzas espalhadas no mar de Ipanema. Mais propriamente, no Arpoador.
Numa tarde linda, de um calorzão carioca do tipo que ela adorava, levamos suas cinzas, que acomodamos lindamente em uma pequena cestinha de vime, com flores e uma vela em forma de rosa.
Procuramos um lugar calmo, numa prainha que tem ao lado do Arpoador, onde não havia quase ninguém (apenas duas moças jogavam frescobol num dos lados), descobrimos um cantinho e fomos colocar a oferenda, aproveitando o dia de Iemanjá.
O mar estava quase calmo, e descobrimos um espaço, entre três pedras, onde havia uma pequena quantidade de areia. Ali, pensamos nós, poderemos deixar a cestinha, com as cinzas e as flores, que o mar irá se encarregar, aos poucos, de dissipar as cinzas, desmanchar as flores e levar a cestinha.
Isso pensado, entramos no mar, com água na altura das canelas. Preparei-me para depositar a cestinha, abaixei-me, coloquei a cestinha e só tive tempo de ouvir meu irmão me avisar, quase aos berros:
“Olha a onda!”
Só consegui erguer-me, rapidamente, levar um banho até pouco acima da cintura e ver, como num passe de mágica, pura mágica, a cestinha sendo arrastada pelas águas, as flores, algumas ainda inteiras, outras se despetalando, também levadas pelo mar, e as cinzas desaparecerem, certamente, tragadas pela força da onda. Uma flor, mansamente, no refluxo da maré, ainda voltou até perto de onde estávamos, e seguiu o mesmo destino das outras, mar a dentro. Quedamo-nos, os três, estatelados, estarrecidos!
Passados os poucos instantes de pasmo, só uma coisa ocorreu a nós três: alguma força, ou algumas, reuniram-se e trataram de cumprir as vontades da Marita e de Iemanjá. Algo, fora do nosso controle, do nosso entendimento e até da nossa crença, a princípio, ocorrera. Pura magia, puro encantamento!
A mesma maré que tão tranqüila e previsível estava, antes de colocarmos a oferenda, voltou a acalmar-se. Ainda ficamos vendo, durante alguns minutos, se alguma onda maior voltava a aparecer. Cinco, seis minutos, mar calmo. Apenas leves movimentos do mar.
Fomos embora, certos de que acontecera alguma coisa, dessas que a gente não consegue explicar, apenas vivenciar.
Conversando depois, comendo um milho num banquinho do Arpoador, tivemos a certeza de que aquela verdadeira festa de que participaramos, era a cara da nossa mãe. E mais, na certa ela esteve presente naquela surpresa que nos fora reservada.
Sobre o acontecimento, recebi do meu irmão e da minha cunhada, os relatos que se seguem:
“02/fevereiro/2005 – quarta-feira – 16:35 h
É meu irmão...
Há muito tempo não íamos à praia junto, nos dois, e muito menos com a nossa mãe.
Fomos, ou pelo menos eu fui, para satisfazer um desejo da velha, mas sem acreditar ser possível que ela visse a nossa homenagem.
De qualquer forma pensei, se for possível ela dar uma olhada vai ficar contente.
Fiz pouco da “velha dama indigna”.
Ela com certeza gostou da homenagem e resolveu participar dando um banho nos dois filhos que estavam cheio de dedos para presentear a rainha do mar com o último mergulho de sua filha Marita.. Tenho certeza que ela ficou contente e se despediu alegremente da gente.
Só fiquei com uma dúvida. Pelo banho que levamos, será que não foi idéia do velho Zadyr, que teria resolvido também participar da homenagem?
Mas que o momento foi mágico, foi. Não tenho a menor dúvida.
Para você, meu irmão um abração e para nossa mãe um até logo, até um dia.
Marco Antonio”
“02/fevereiro/2005 – quarta-feira – 16:35 h
É uma tarde Luminosa, na Ipanema de uma vida inteira.
Pedra do Arpoador... Mar de Mar..ita, como dizia e amava.
Descalços, na areia, caminham, dois meninos, levando a cestinha preciosa, toda enfeitada
com crisântemos brancos, chuvas de prata e a Deusa Mãe Marita, amada, presente, prestes a seguir novos caminhos naquelas águas do Mar...
São filhos, irmãos, unidos para o momento maior do Até logo... Até um dia...
* “Tá tudo aceso!! Tá tudo assim!! Tão Claro!! Tá tudo brilhando!! Tudo Ligado!!
Iluminando do Arpoador a São Conrado.
Tudo plugado...Tudo ardendo.... Tá tudo assim... Queimando feito salva de fogos!!!
Tá tudo assim....
Querendo colo... um berço, um braço quente, uma voz que cante baixo...”
O Mar... a Mãe... Marita...
Edna
Rio, 03 de fevereiro/2005
* Âmbar – Adriana Calcanhoto”

OBRIGADO, MÃE!
Ontem cumprimos a vontade da nossa mãe, de ter suas cinzas espalhadas no mar de Ipanema. Mais propriamente, no Arpoador.
Numa tarde linda, de um calorzão carioca do tipo que ela adorava, levamos suas cinzas, que acomodamos lindamente em uma pequena cestinha de vime, com flores e uma vela em forma de rosa.
Procuramos um lugar calmo, numa prainha que tem ao lado do Arpoador, onde não havia quase ninguém (apenas duas moças jogavam frescobol num dos lados), descobrimos um cantinho e fomos colocar a oferenda, aproveitando o dia de Iemanjá.
O mar estava quase calmo, e descobrimos um espaço, entre três pedras, onde havia uma pequena quantidade de areia. Ali, pensamos nós, poderemos deixar a cestinha, com as cinzas e as flores, que o mar irá se encarregar, aos poucos, de dissipar as cinzas, desmanchar as flores e levar a cestinha.
Isso pensado, entramos no mar, com água na altura das canelas. Preparei-me para depositar a cestinha, abaixei-me, coloquei a cestinha e só tive tempo de ouvir meu irmão me avisar, quase aos berros:
“Olha a onda!”
Só consegui erguer-me, rapidamente, levar um banho até pouco acima da cintura e ver, como num passe de mágica, pura mágica, a cestinha sendo arrastada pelas águas, as flores, algumas ainda inteiras, outras se despetalando, também levadas pelo mar, e as cinzas desaparecerem, certamente, tragadas pela força da onda. Uma flor, mansamente, no refluxo da maré, ainda voltou até perto de onde estávamos, e seguiu o mesmo destino das outras, mar a dentro. Quedamo-nos, os três, estatelados, estarrecidos!
Passados os poucos instantes de pasmo, só uma coisa ocorreu a nós três: alguma força, ou algumas, reuniram-se e trataram de cumprir as vontades da Marita e de Iemanjá. Algo, fora do nosso controle, do nosso entendimento e até da nossa crença, a princípio, ocorrera. Pura magia, puro encantamento!
A mesma maré que tão tranqüila e previsível estava, antes de colocarmos a oferenda, voltou a acalmar-se. Ainda ficamos vendo, durante alguns minutos, se alguma onda maior voltava a aparecer. Cinco, seis minutos, mar calmo. Apenas leves movimentos do mar.
Fomos embora, certos de que acontecera alguma coisa, dessas que a gente não consegue explicar, apenas vivenciar.
Conversando depois, comendo um milho num banquinho do Arpoador, tivemos a certeza de que aquela verdadeira festa de que participaramos, era a cara da nossa mãe. E mais, na certa ela esteve presente naquela surpresa que nos fora reservada.
Sobre o acontecimento, recebi do meu irmão e da minha cunhada, os relatos que se seguem:
“02/fevereiro/2005 – quarta-feira – 16:35 h
É meu irmão...
Há muito tempo não íamos à praia junto, nos dois, e muito menos com a nossa mãe.
Fomos, ou pelo menos eu fui, para satisfazer um desejo da velha, mas sem acreditar ser possível que ela visse a nossa homenagem.
De qualquer forma pensei, se for possível ela dar uma olhada vai ficar contente.
Fiz pouco da “velha dama indigna”.
Ela com certeza gostou da homenagem e resolveu participar dando um banho nos dois filhos que estavam cheio de dedos para presentear a rainha do mar com o último mergulho de sua filha Marita.. Tenho certeza que ela ficou contente e se despediu alegremente da gente.
Só fiquei com uma dúvida. Pelo banho que levamos, será que não foi idéia do velho Zadyr, que teria resolvido também participar da homenagem?
Mas que o momento foi mágico, foi. Não tenho a menor dúvida.
Para você, meu irmão um abração e para nossa mãe um até logo, até um dia.
Marco Antonio”
“02/fevereiro/2005 – quarta-feira – 16:35 h
É uma tarde Luminosa, na Ipanema de uma vida inteira.
Pedra do Arpoador... Mar de Mar..ita, como dizia e amava.
Descalços, na areia, caminham, dois meninos, levando a cestinha preciosa, toda enfeitada
com crisântemos brancos, chuvas de prata e a Deusa Mãe Marita, amada, presente, prestes a seguir novos caminhos naquelas águas do Mar...
São filhos, irmãos, unidos para o momento maior do Até logo... Até um dia...
* “Tá tudo aceso!! Tá tudo assim!! Tão Claro!! Tá tudo brilhando!! Tudo Ligado!!
Iluminando do Arpoador a São Conrado.
Tudo plugado...Tudo ardendo.... Tá tudo assim... Queimando feito salva de fogos!!!
Tá tudo assim....
Querendo colo... um berço, um braço quente, uma voz que cante baixo...”
O Mar... a Mãe... Marita...
Edna
Rio, 03 de fevereiro/2005
* Âmbar – Adriana Calcanhoto”

OBRIGADO, MÃE!
domingo, janeiro 30, 2005
JÁ-JÁ...DE CÔCO
Sou fã do Verissimo. Quase de carteirinha. Leio sempre as suas colunas e me divirto muito com as que tratam de assuntos das “antigas”.
Nesse domingo ele tocou num assunto que sempre invoco, com aquela carga de gozação que me é peculiar: os nomes dos consagrados picolés da Kibon, que conheço desde os seus nascimentos.
Leiam o artigo, é pequeno e leve.
A seguir, sem qualquer tentativa de discussão, faço minhas, leves, observações.
“Já-já
A primeira vez que vi o Rio de Janeiro foi literalmente de passagem. Estávamos indo para os Estados Unidos e dormimos uma noite no Rio, na casa do meu padrinho Ernani Fornari. Naquele tempo, Porto Alegre a Miami de avião levava quatro dias. Depois da parada no Rio voaríamos para Recife, no dia seguinte para Trinidad, no Caribe, finalmente, no quarto dia, chegaríamos a Miami. Não, não era o 14-Bis. Era um Douglas de dois motores, se tanto. Da noite passada no Rio lembro vagamente de uma caminhada até a beira da Lagoa. Da viagem de avião lembro, acima de tudo, de vomitar muito.
Anos mais tarde fomos a Caxambu, fazer uma “estação de águas”. Curioso, escrevendo isto me senti como um aristocrata russo, Nabokov contando as idas da sua família de São Petersburgo a Biarritz no verão, para os banhos. Evocando uma era desaparecida através da gaze desbotada da memória, para usar uma frase nabokoviana. Mas, que eu saiba, as pessoas ainda fazem “estação de águas” em Caxambu. E nós não tínhamos nada de aristocratas russos antes da revolução, muito menos os recursos. Se a gaze desbotada não me engana, no entanto, devíamos estar bem de vida naquele ano — muito longe da época que minha mãe descrevia como a dos móveis escandinavos, caixas de bacalhau norueguês transformadas em mesinhas e estantes para completar a decoração da casa. Porque além de ir tomar água em Caxambu, na volta ficamos alguns dias no Hotel Luxor, de Copacabana. De frente para o mar!
As delícias do Rio. O cinema Metro (com ar condicionado!) O cheiro de maresia e asfalto da Avenida Atlântica, onde passavam baratinhas conversíveis de capota arriada. Tenho até a lembrança de estar na boate Vogue — não sei como, pois tinha 12 anos na ocasião. Mas o que eu queria dizer que entre as delícias famosas da época estavam os sorvetes Kibon, Eski-bon e Já-já, que só existiam no Rio. E que o Já-já era um picolé de frutas, ou de mais de uma fruta. Tenho a nítida memória de chupar Já-jás de várias cores e vários sabores. Mas me asseguram que o Já-já era exclusivamente de coco. Que nunca existiu Já-já de outra fruta. Que eu estou maluco.
O Já-já sortido é uma das minhas lembranças mais fortes. Se ele nunca existiu, isso significa que todas as minhas outras lembranças podem ser alucinações. Caxambu nunca houve, o próprio Rio da minha memória é um delírio e eu provavelmente sou mineiro e me chamo Elvásio. Preciso que alguém me diga que eu estou certo. Pelo menos sobre o Já-já!”
Minhas observações:
-Já-Já, querido Veríssimo, só de côco;
-De outros sabores, se tanto, existia o Ton-Bon ( isso mesmo, com esse nomezinho que o tempo conseguiu expurgar e que o corretor ortográfico do Windows teima em corrigir para Ton-Bom);
-Caxambu, continua a existir. Perdeu um pouco do velho encanto, mas está lá;
-Aquele Rio, dos seus delírios, tenta resistir ao novo Rio dos pesadelos;
-Elvásio, não é um nome interessante, embora ser mineiro não seja desdouro algum. Pode manter o LF Veríssimo.
ATÉ HOJE, GOSTO MUITO DO JÁ-JÁ; DE CÔCO!
ps: Chica-Bon, Eski-Bon, Já-Já e Ton-Bon, o quarteto de sorvetes dos meus tempos idos.
Sou fã do Verissimo. Quase de carteirinha. Leio sempre as suas colunas e me divirto muito com as que tratam de assuntos das “antigas”.
Nesse domingo ele tocou num assunto que sempre invoco, com aquela carga de gozação que me é peculiar: os nomes dos consagrados picolés da Kibon, que conheço desde os seus nascimentos.
Leiam o artigo, é pequeno e leve.
A seguir, sem qualquer tentativa de discussão, faço minhas, leves, observações.
“Já-já
A primeira vez que vi o Rio de Janeiro foi literalmente de passagem. Estávamos indo para os Estados Unidos e dormimos uma noite no Rio, na casa do meu padrinho Ernani Fornari. Naquele tempo, Porto Alegre a Miami de avião levava quatro dias. Depois da parada no Rio voaríamos para Recife, no dia seguinte para Trinidad, no Caribe, finalmente, no quarto dia, chegaríamos a Miami. Não, não era o 14-Bis. Era um Douglas de dois motores, se tanto. Da noite passada no Rio lembro vagamente de uma caminhada até a beira da Lagoa. Da viagem de avião lembro, acima de tudo, de vomitar muito.
Anos mais tarde fomos a Caxambu, fazer uma “estação de águas”. Curioso, escrevendo isto me senti como um aristocrata russo, Nabokov contando as idas da sua família de São Petersburgo a Biarritz no verão, para os banhos. Evocando uma era desaparecida através da gaze desbotada da memória, para usar uma frase nabokoviana. Mas, que eu saiba, as pessoas ainda fazem “estação de águas” em Caxambu. E nós não tínhamos nada de aristocratas russos antes da revolução, muito menos os recursos. Se a gaze desbotada não me engana, no entanto, devíamos estar bem de vida naquele ano — muito longe da época que minha mãe descrevia como a dos móveis escandinavos, caixas de bacalhau norueguês transformadas em mesinhas e estantes para completar a decoração da casa. Porque além de ir tomar água em Caxambu, na volta ficamos alguns dias no Hotel Luxor, de Copacabana. De frente para o mar!
As delícias do Rio. O cinema Metro (com ar condicionado!) O cheiro de maresia e asfalto da Avenida Atlântica, onde passavam baratinhas conversíveis de capota arriada. Tenho até a lembrança de estar na boate Vogue — não sei como, pois tinha 12 anos na ocasião. Mas o que eu queria dizer que entre as delícias famosas da época estavam os sorvetes Kibon, Eski-bon e Já-já, que só existiam no Rio. E que o Já-já era um picolé de frutas, ou de mais de uma fruta. Tenho a nítida memória de chupar Já-jás de várias cores e vários sabores. Mas me asseguram que o Já-já era exclusivamente de coco. Que nunca existiu Já-já de outra fruta. Que eu estou maluco.
O Já-já sortido é uma das minhas lembranças mais fortes. Se ele nunca existiu, isso significa que todas as minhas outras lembranças podem ser alucinações. Caxambu nunca houve, o próprio Rio da minha memória é um delírio e eu provavelmente sou mineiro e me chamo Elvásio. Preciso que alguém me diga que eu estou certo. Pelo menos sobre o Já-já!”
Minhas observações:
-Já-Já, querido Veríssimo, só de côco;
-De outros sabores, se tanto, existia o Ton-Bon ( isso mesmo, com esse nomezinho que o tempo conseguiu expurgar e que o corretor ortográfico do Windows teima em corrigir para Ton-Bom);
-Caxambu, continua a existir. Perdeu um pouco do velho encanto, mas está lá;
-Aquele Rio, dos seus delírios, tenta resistir ao novo Rio dos pesadelos;
-Elvásio, não é um nome interessante, embora ser mineiro não seja desdouro algum. Pode manter o LF Veríssimo.
ATÉ HOJE, GOSTO MUITO DO JÁ-JÁ; DE CÔCO!
ps: Chica-Bon, Eski-Bon, Já-Já e Ton-Bon, o quarteto de sorvetes dos meus tempos idos.
domingo, janeiro 16, 2005
À BRASA, NOSSA SARDINHA!
Profissão complicada essa nossa, o Arquiteto sofre concorrência de todos os lados.
Do Construtor, que pensa que pode fazer Arquitetura, dos empreiteiros, que tem certeza e do próprio Cliente, que nos paga e tem, obrigatoriamente (em minha opinião) que ser atendido em suas visões e desejos.
Apesar disso, ou talvez por isso mesmo, amo o que faço!
Outro dia, li no site do RIBA(Royal Institute of Britain Architects) algumas dicas para os clientes em geral, que traduzi e transcrevi em meu blog de Arquitetura

Falling Water - Frank Lloyd Wright
Arquitetura Eterna
Destaco, aqui no Observador, os tópicos principais:
PORQUE USAR UM ARQUITETO
Arquitetos são treinados para observar seu “briefing’ e antever a idéia completa.
Arquitetos resolvem problemas com criatividade.
Arquitetos podem economizar seu dinheiro maximizando seu investimento.
Arquitetos podem controlar seu projeto desde a escolha do local até a finalização.
Arquitetos podem ajudar a economizar seu tempo.
Arquitetos podem ajudar seu comércio, sua loja, seu negócio.
CONSTRUA CERTO. CONTRATE UM ARQUITETO
Profissão complicada essa nossa, o Arquiteto sofre concorrência de todos os lados.
Do Construtor, que pensa que pode fazer Arquitetura, dos empreiteiros, que tem certeza e do próprio Cliente, que nos paga e tem, obrigatoriamente (em minha opinião) que ser atendido em suas visões e desejos.
Apesar disso, ou talvez por isso mesmo, amo o que faço!
Outro dia, li no site do RIBA(Royal Institute of Britain Architects) algumas dicas para os clientes em geral, que traduzi e transcrevi em meu blog de Arquitetura

Falling Water - Frank Lloyd Wright
Arquitetura Eterna
Destaco, aqui no Observador, os tópicos principais:
PORQUE USAR UM ARQUITETO
Arquitetos são treinados para observar seu “briefing’ e antever a idéia completa.
Arquitetos resolvem problemas com criatividade.
Arquitetos podem economizar seu dinheiro maximizando seu investimento.
Arquitetos podem controlar seu projeto desde a escolha do local até a finalização.
Arquitetos podem ajudar a economizar seu tempo.
Arquitetos podem ajudar seu comércio, sua loja, seu negócio.
CONSTRUA CERTO. CONTRATE UM ARQUITETO
sábado, janeiro 01, 2005
2005 COMEÇOU LINDAMENTE
Dia lindo, temperatura e sol na medida certa, leio nessa mensagem inicial, como o anúncio de um ano cheio de boas intenções.
Escrevo isso, e lá fora os ventos parecem me entender e sopram agradavelmente, como a querer afastar aqueles trágicos e sombrios acontecimentos dessa última semana do ano.
Mesmo sem querer colocar cargas maiores, 2004 não foi, pelo menos pra mim, um ano com as melhores recordações e as melhores ocorrências. Nada pessoal!
E o vento, lá fora, novamente se pronuncia. Forte, sem espalhafato, cálido, sem exageros, parece que me dá o apoio pra eu pensar otimistamente.
Por um ano mais ameno, menos “trabalhoso”, mais generoso para todos,
SONHO ACORDADO
Dia lindo, temperatura e sol na medida certa, leio nessa mensagem inicial, como o anúncio de um ano cheio de boas intenções.
Escrevo isso, e lá fora os ventos parecem me entender e sopram agradavelmente, como a querer afastar aqueles trágicos e sombrios acontecimentos dessa última semana do ano.
Mesmo sem querer colocar cargas maiores, 2004 não foi, pelo menos pra mim, um ano com as melhores recordações e as melhores ocorrências. Nada pessoal!
E o vento, lá fora, novamente se pronuncia. Forte, sem espalhafato, cálido, sem exageros, parece que me dá o apoio pra eu pensar otimistamente.
Por um ano mais ameno, menos “trabalhoso”, mais generoso para todos,
SONHO ACORDADO
sexta-feira, novembro 19, 2004
quarta-feira, agosto 25, 2004
VIAGEM DE VOLTA!
E o sonho, esse maravilhoso sonho que vivemos, estava terminando. Por enquanto, esperamos!
Voltávamos ao Brasil, após lindos e inesquecíveis dias nessa maravilhosa Paris.

Acertadas as contas, esperamos nossa condução, uma esperta e confortável Van, que nos levaria ao Charles De Gaulle.


Malas e bagagens, o casal dirige-se ao despacho, dali pra sala de espera, para o vôo de volta.


Nossa primeira ( e única) escala, foi em Zurich, onde trocaríamos de aeronave.


Embarcamos em outro daqueles enormes Airbus. Só que dessa vez a atendente de Paris reservara uma boa surpresa para nós: uma fila, 4 lugares, só para nós. Mais ainda: em uma posição, mais central e super melhor do que a da ida. Ela, a atendente, que falava português e havia vivido três anos no Brasil, simpatizou conosco e nos deu essse presente. Aí, a viagem foi muito boa, a tripulação bem melhor do que a da ida, comida legal e o vôo, pontualissimo. Chegamos em Guarulhos, exatamente na hora prevista, tipo umas cinco da matina.
Verinha torrou os derradeiros euros na Free Shop, aguardamos o táxi da volta e fomos pra casa do Bruno, nosso filho.


ESTAVAMOS NO BRASIL!!!
E o sonho, esse maravilhoso sonho que vivemos, estava terminando. Por enquanto, esperamos!
Voltávamos ao Brasil, após lindos e inesquecíveis dias nessa maravilhosa Paris.

Acertadas as contas, esperamos nossa condução, uma esperta e confortável Van, que nos levaria ao Charles De Gaulle.


Malas e bagagens, o casal dirige-se ao despacho, dali pra sala de espera, para o vôo de volta.


Nossa primeira ( e única) escala, foi em Zurich, onde trocaríamos de aeronave.


Embarcamos em outro daqueles enormes Airbus. Só que dessa vez a atendente de Paris reservara uma boa surpresa para nós: uma fila, 4 lugares, só para nós. Mais ainda: em uma posição, mais central e super melhor do que a da ida. Ela, a atendente, que falava português e havia vivido três anos no Brasil, simpatizou conosco e nos deu essse presente. Aí, a viagem foi muito boa, a tripulação bem melhor do que a da ida, comida legal e o vôo, pontualissimo. Chegamos em Guarulhos, exatamente na hora prevista, tipo umas cinco da matina.
Verinha torrou os derradeiros euros na Free Shop, aguardamos o táxi da volta e fomos pra casa do Bruno, nosso filho.


ESTAVAMOS NO BRASIL!!!
domingo, agosto 08, 2004
ÚLTIMO PASSEIO
Na véspera da nossa volta ao Brasil, depois de ter ido visitar a esplanada da Grande Arché, meio nostalgicamente, dei uma vastíssima caminhada pelas margens do Sena, de um lado e do outro (claro, em pequeno trecho próximo ao hotel), despedindo-me de Paris.

Rua do Hotel e Direções (maravilhosas)
Em direção a Pont Alexandre III.
Caminhei bastante, uma bela hora e meia, sentindo tudo aquilo que eu deixaria para trás, no dia seguinte. A tarde estava agradável, nem quente,nem fria, e eu resolvi castigar um pouco mais os meus doloridos pés, em prol do meu prazer visual.

Aspectos da Pont Alexandre III; um luxo!!!
Fui até a Pont Alexandre III, pelo lado esquerdo do Sena, curtindo o que podia dessa minha despedida. Atravessei a Pont Alexandre III e voltei pelo lado de lá, o lado do Louvre.

Quando voltei, já em direção ao hotel, ainda estiquei um pouco mais minha caminhada e parei em frente ao relógio da antiga estação do D´Orsay e registrei a hora exata desse meu retorno

19,08 hs da véspera do retorno
No dia seguinte, retornaríamos ao Brasil, com o coração cheio de alegrias e muitas saudades, pra lá e pra cá. Sintomas pessoais meus, quando viajo pra fora do Brasil.
Saudades do que deixarei na partida e saudades do que encontrarei na volta
Essas gostosas contradições!
PARIS!!! MUITA SAUDADE!
Na véspera da nossa volta ao Brasil, depois de ter ido visitar a esplanada da Grande Arché, meio nostalgicamente, dei uma vastíssima caminhada pelas margens do Sena, de um lado e do outro (claro, em pequeno trecho próximo ao hotel), despedindo-me de Paris.

Rua do Hotel e Direções (maravilhosas)
Em direção a Pont Alexandre III.
Caminhei bastante, uma bela hora e meia, sentindo tudo aquilo que eu deixaria para trás, no dia seguinte. A tarde estava agradável, nem quente,nem fria, e eu resolvi castigar um pouco mais os meus doloridos pés, em prol do meu prazer visual.

Aspectos da Pont Alexandre III; um luxo!!!
Fui até a Pont Alexandre III, pelo lado esquerdo do Sena, curtindo o que podia dessa minha despedida. Atravessei a Pont Alexandre III e voltei pelo lado de lá, o lado do Louvre.

Quando voltei, já em direção ao hotel, ainda estiquei um pouco mais minha caminhada e parei em frente ao relógio da antiga estação do D´Orsay e registrei a hora exata desse meu retorno

19,08 hs da véspera do retorno
No dia seguinte, retornaríamos ao Brasil, com o coração cheio de alegrias e muitas saudades, pra lá e pra cá. Sintomas pessoais meus, quando viajo pra fora do Brasil.
Saudades do que deixarei na partida e saudades do que encontrarei na volta
Essas gostosas contradições!
PARIS!!! MUITA SAUDADE!
TROCADERO
Deve ser a Tour Eiffel, deve ser! Acho que só aquele inesgotável monumento de Paris explica a verdadeira loucura que tenho pelo Trocadero e aquela esplanada do Palais de Chaillot, com a vista interminável da Tour Eiffel, ao fundo a Ecole Militaire.

Ela, a inesgotável!!!
Nessa viagem, fui apenas uma vez. Na outra vez, quando não tinha nada pra fazer, ou não sabia, me mandava pro Trocadero e ficava curtindo o local.
Pode ser um pouco de babaquice, mas adoro esse local!
NA BOA: SOU BABACA, MESMO!!!
Deve ser a Tour Eiffel, deve ser! Acho que só aquele inesgotável monumento de Paris explica a verdadeira loucura que tenho pelo Trocadero e aquela esplanada do Palais de Chaillot, com a vista interminável da Tour Eiffel, ao fundo a Ecole Militaire.

Ela, a inesgotável!!!
Nessa viagem, fui apenas uma vez. Na outra vez, quando não tinha nada pra fazer, ou não sabia, me mandava pro Trocadero e ficava curtindo o local.
Pode ser um pouco de babaquice, mas adoro esse local!
NA BOA: SOU BABACA, MESMO!!!
segunda-feira, agosto 02, 2004
PALAIS DE TOKYO
Essa foi mais uma dica dada pelo meu filho Bruno. Meio desconhecido para os turistas convencionais e que vão pra ver os símbolos da cidade, o Palais de Tokyo é pouco divulgado para o “consumidor” normal.
Mas pra quem gosta de arte contemporânea é um show!
Utilizando uma das típicas construções parisienses, uma edificação, pra mim, do jeitão do Palais de Chaillot (que fica próximo), fizeram uma “reforma” interna, deixando muitos espaços “no osso”, onde são feitas exposições e instalações de obras bem diferentes das mostradas nos tradicionais , e maravilhosos, museus parisienses.


Entrada e Acesso ao Salão de Exposições
Incríveis os imensos e limpos pés direitos, os amplíssimos espaços, quase sem definição ou caracterização, paredes sem tratamentos especiais, e aproveitamento inusitado dos vãos resultantes. Um deles, sob uma escadaria que dá acesso ao pavimento superior, foi aproveitado para a instalação de uma escultura dinâmica, digamos assim, e ficou muito interessante. Usando termos atuais e na moda, espaços interativos (eita!!!)


A tal escultura dinâmica e outras obras
Lá no Palais de Tokyo, fiquei pensando nos meus amigos artistas e blogueiros, Stickel, Dudi, Alberto Lima, Cláudio Boczon, expondo suas obras em tal espaço.
Enfim, pra quem pensa em uma visita diferente em Paris, aqui vai o endereço:
Avenue du President Wilson, 35 (Próximo ao Trocadero).


Outros aspectos. Dá pra sentir a variedade de obras expostas.
RECOMENDADO PRA QUEM GOSTA DE ARTE CONTEMPORÂNEA!
ps: eu, por exemplo!
Essa foi mais uma dica dada pelo meu filho Bruno. Meio desconhecido para os turistas convencionais e que vão pra ver os símbolos da cidade, o Palais de Tokyo é pouco divulgado para o “consumidor” normal.
Mas pra quem gosta de arte contemporânea é um show!
Utilizando uma das típicas construções parisienses, uma edificação, pra mim, do jeitão do Palais de Chaillot (que fica próximo), fizeram uma “reforma” interna, deixando muitos espaços “no osso”, onde são feitas exposições e instalações de obras bem diferentes das mostradas nos tradicionais , e maravilhosos, museus parisienses.


Entrada e Acesso ao Salão de Exposições
Incríveis os imensos e limpos pés direitos, os amplíssimos espaços, quase sem definição ou caracterização, paredes sem tratamentos especiais, e aproveitamento inusitado dos vãos resultantes. Um deles, sob uma escadaria que dá acesso ao pavimento superior, foi aproveitado para a instalação de uma escultura dinâmica, digamos assim, e ficou muito interessante. Usando termos atuais e na moda, espaços interativos (eita!!!)


A tal escultura dinâmica e outras obras
Lá no Palais de Tokyo, fiquei pensando nos meus amigos artistas e blogueiros, Stickel, Dudi, Alberto Lima, Cláudio Boczon, expondo suas obras em tal espaço.
Enfim, pra quem pensa em uma visita diferente em Paris, aqui vai o endereço:
Avenue du President Wilson, 35 (Próximo ao Trocadero).


Outros aspectos. Dá pra sentir a variedade de obras expostas.
RECOMENDADO PRA QUEM GOSTA DE ARTE CONTEMPORÂNEA!
ps: eu, por exemplo!
domingo, agosto 01, 2004
PARIS E...PARIS
Considero como necessária uma visita, pelo menos pra dizer que não gostou, do turista a La Defense / La Grande Arché.
Final da linha 1 do metrô, mostra uma Paris totalmente diferente, com seus prédios moderníssimos, a famosa Esplanade de La Defense, contrariando tudo aquilo que é divulgado nos “anúncios” da Paris para turistas.
Impressiona pela dimensão dos prédios, pela sua total contemporaneidade e ,sobretudo, pelo respeito que tiveram os locais, autoridades e moradores, em não “brigar”, inútil e grosseiramente, com esse verdadeiro monumento de tradição e cultura, que é a Paris tradicional.


Estação Defense e Prédios locais.


Outros Prédios e Escadaria para a Grande Arché (enorme prédio comercial)
Pessoalmente, apesar da imponência e qualidade dos modernos edifícios, da monumentalidade chocante da Grande Arché, coisas facilmente assimiláveis pela minha cabeça de arquiteto,sou, muito mais, imbativelmente, aquela Paris que fica além do Sena e antes da Pont de Neully.

Vista da esplanada da Defense, para o Arco do Triunfo (no fundo, ao centro)
AQUELA, É PARIS!!!
Considero como necessária uma visita, pelo menos pra dizer que não gostou, do turista a La Defense / La Grande Arché.
Final da linha 1 do metrô, mostra uma Paris totalmente diferente, com seus prédios moderníssimos, a famosa Esplanade de La Defense, contrariando tudo aquilo que é divulgado nos “anúncios” da Paris para turistas.
Impressiona pela dimensão dos prédios, pela sua total contemporaneidade e ,sobretudo, pelo respeito que tiveram os locais, autoridades e moradores, em não “brigar”, inútil e grosseiramente, com esse verdadeiro monumento de tradição e cultura, que é a Paris tradicional.


Estação Defense e Prédios locais.


Outros Prédios e Escadaria para a Grande Arché (enorme prédio comercial)
Pessoalmente, apesar da imponência e qualidade dos modernos edifícios, da monumentalidade chocante da Grande Arché, coisas facilmente assimiláveis pela minha cabeça de arquiteto,sou, muito mais, imbativelmente, aquela Paris que fica além do Sena e antes da Pont de Neully.

Vista da esplanada da Defense, para o Arco do Triunfo (no fundo, ao centro)
AQUELA, É PARIS!!!
sexta-feira, julho 30, 2004
MARAIS ( Marré, pros não iniciados).
Bairro dos artistas, juntamente com Saint Germain des Pres, dos boêmios, onde, dizem, nosso ícone e ídolo Chico Buarque tem um apê. Bairro cheio de encantos e muito charme, além da belíssima Place des Vosges. Lojinhas , bares e padarias, bistrôs e restaurantes, encantadores.
Ainda não conhecia, fui dar minha espiada.
Maravilha!!!


Pracinha com alguns restaurantes. Place du Marche Ste.Catherine


A Igreja de St. Paul et St.Louis
Turistas por todos os lados e aquele clima de festa que absorvia Paris quando lá estivemos (lembro que rolava Roland Garros; talvez fosse isso!!!)


Pracinha antes da Place des Vosges
Caminhamos bastante, fomos até a Place des Vosges ,


Arcada de acesso e vista parcial da Place des Vosges
Curioso e ligado pelos lances da profissão e assemelhados, vi em uma imobiliária preços de imóveis locais.
Anotem, os interessados:
Sala, quarto,banheiro e cozinha, não mais de 50/ 60 metros quadrados: 300/500 mil euros;
Sala, dois quartos, banheiro, cozinha, tipo uns 90 metros quadrados: 600 mil euros, no mínimo.
Vai por aí!
Deu pra sentir que o nosso querido Chico, que por lá mantém seu apartamento, deve estar montado na grana. Deus o mantenha, o cara merece!
TREMENDO LUGAR; MUITO ENCANTO E CARISMA!
VISITA OBRIGATÓRIA
Bairro dos artistas, juntamente com Saint Germain des Pres, dos boêmios, onde, dizem, nosso ícone e ídolo Chico Buarque tem um apê. Bairro cheio de encantos e muito charme, além da belíssima Place des Vosges. Lojinhas , bares e padarias, bistrôs e restaurantes, encantadores.
Ainda não conhecia, fui dar minha espiada.
Maravilha!!!


Pracinha com alguns restaurantes. Place du Marche Ste.Catherine


A Igreja de St. Paul et St.Louis
Turistas por todos os lados e aquele clima de festa que absorvia Paris quando lá estivemos (lembro que rolava Roland Garros; talvez fosse isso!!!)


Pracinha antes da Place des Vosges
Caminhamos bastante, fomos até a Place des Vosges ,


Arcada de acesso e vista parcial da Place des Vosges
Curioso e ligado pelos lances da profissão e assemelhados, vi em uma imobiliária preços de imóveis locais.
Anotem, os interessados:
Sala, quarto,banheiro e cozinha, não mais de 50/ 60 metros quadrados: 300/500 mil euros;
Sala, dois quartos, banheiro, cozinha, tipo uns 90 metros quadrados: 600 mil euros, no mínimo.
Vai por aí!
Deu pra sentir que o nosso querido Chico, que por lá mantém seu apartamento, deve estar montado na grana. Deus o mantenha, o cara merece!
TREMENDO LUGAR; MUITO ENCANTO E CARISMA!
VISITA OBRIGATÓRIA
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