Sexta-feira, Dezembro 28, 2007

DESEJOS, ESPERANÇAS E EXPECTATIVAS

Num ano que vai ficar marcado para mim, como o ano da renovação, do meu coração revascularizado, quero deixar marcado, registrado, em todos os meus queridos blogues e assemelhados, minha felicidade e esperanças para os muitos outros anos que eu ainda espero desfrutar aqui no planeta.
E que essa esperança e felicidade, seja estendida a todos amigos, parentes e os mais chegados, em toda a sua plenitude.

FELIZES ANOS NOVOS!

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Sábado, Dezembro 31, 2005

PRÁ NÃO PASSAR EM BRANCO

Preparei esse texto, quase nada, para não deixar passar em branco os meus blogues secundários.
Alguns, nem tanto, esse por exemplo, pois já tiveram seus dias mais “gloriosos”. Apenas cederam espaço para o titular, além de não sobrar tempo ao natural “alimentador” geral.
Mas, moram no meu coração.

FELIZ ANO NOVO! VIVA 2006!

Segunda-feira, Abril 25, 2005

CASA DO BRUNO
Idéia inicial da casa do meu filho Bruno, que eu e a Andréa, irmã dele, estamos projetando em São Paulo, Granja Viana.

MBFinal2Web.jpg

Atualmente, principalmente depois desse fim de semana, alterações várias apareceram.

FICOU MUITO BOA!

Sexta-feira, Fevereiro 18, 2005

MEIO QUE PERDIDO NUM MAR DE CRAQUES...

Mas, se não sou eu pra falar das minhas atuações, quem delas falará?
Então, resolvi colocar alguma coisa que executei e que ficou bem feita.

Veja lá no Arquiteto Comum.
As fotos são do Bruno Cals.
Projeto do arquiteto Franklin Iriarte e a execução e detalhamento, desse arquiblogueiro que vos escreve.

ArealFachadaFundosfev2005We.jpg
Fachada Posterior, a minha preferida. Em primeiro plano a piscina, maravilhosa!

VEJA MAIS!

Domingo, Fevereiro 13, 2005

FALAR BEM


Adoro poder falar bem dos trabalhos dos outros.
Vivo, por isso mesmo, colocando referências de coisas, textos, imagens, etc, de amigos, conhecidos e parentes, aqui no Observador. As vezes, muitas delas, até de desconhecidos.
Mas sempre com uma característica: coisas de que eu gosto.

Dessa vez vou falar do trabalho de uma Artesã , que realiza um trabalho de alta qualidade e é muito chegada ao “proprietário’ dessa baiúca chamada Observador; minha mulher,Vera Cals, pra mim, Verinha.
Sem me arrastar em detalhes, descrições e outras “mumunhas” mais, vou às imagens.

A-Artista-e-o-Atelier.jpg
Vista do atelier de da artesã

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A artesã em pleno trabalho

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Iemanjá e Santa Apolônia. Ao fundo N.S.Aparecida.

A Jorge.jpg A Sebastiao.jpg
São Jorge e São Sebastião

A Iemanja.jpg
Iemanjá, linda, destaque especial

ALTA QUALIDADE!

Terça-feira, Fevereiro 08, 2005

PHILIP JOHNSON 1906-2005 (Philip Cortelyou Johnson)

Philip Johnson Glass House26cnd-johns.2.jpg johnson.jpg
Philip Johnson, jovem e mais velho.

Um dos maiores arquitetos americanos, morreu no dia 27 de janeiro, aos 98 anos, em sua celebre casa, a Glass House.
Foi encontrado morto pelo seu companheiro David Whitney, com quem viveu 45 anos.

GlassHouseWeb.jpg
Glass House

Autor de alguns dos mais representativos projetos da arquitetura americana , foi sempre uma polêmica e controvertida figura.
Foi associado a John Burgee, de 1967 até 1987, quando retirou-se oficialmente, continuando, no entanto, a prestar assessoria e colaboração. Seu escritório, Philip Johnson & Alan Ritchie, ainda está em plena função.

Como arquiteto, sua vida foi repleta de contradições, valendo como um verdadeiro estudo de variedade do comportamento humano. Apaixonado defensor da arquitetura moderna, foi responsável pela aceitação, nos EUA, de arquitetos europeus , como Gropius e Mies van der Rohe, com quem iniciou seus trabalhos mais sérios.
Inquieto, andou experimentando mudanças diversas, indo do Modernismo ao Classicismo Decorativo, para depois voltar para o Modernismo, mudanças essas que lhe valeram muitas criticas.

Em sua vida particular, o fato de ser homossexual e adepto do Hitlerismo e do fascismo, causou-lhe outros enormes antagonismos e outras tantas dificuldades.

Foi o primeiro vencedor do celebre Pritzker Prize, em 1978, com o projeto do Seagram Building, tendo recebido, em 1978 a Gold Medal do AIA, maior prêmio individual para um arquiteto nos EUA.

Alguns projetos

JohnsonPenzoilWeb.jpg JohnsonAT-Tbuilding.jpg
Penzoil Place e AT&T

Johnson-TexasWeb.jpg
Texas

JohnsoncathedralofhopeWeb.jpg
Cathedral of Hope

Trabalho e vida, fora do comum, Philip Johnson vale ser mais apreciado.
LEIA MAIS, AQUI, E AQUI

Sexta-feira, Fevereiro 04, 2005

UM MOMENTO MÁGICO

Ontem cumprimos a vontade da nossa mãe, de ter suas cinzas espalhadas no mar de Ipanema. Mais propriamente, no Arpoador.
Numa tarde linda, de um calorzão carioca do tipo que ela adorava, levamos suas cinzas, que acomodamos lindamente em uma pequena cestinha de vime, com flores e uma vela em forma de rosa.
Procuramos um lugar calmo, numa prainha que tem ao lado do Arpoador, onde não havia quase ninguém (apenas duas moças jogavam frescobol num dos lados), descobrimos um cantinho e fomos colocar a oferenda, aproveitando o dia de Iemanjá.

O mar estava quase calmo, e descobrimos um espaço, entre três pedras, onde havia uma pequena quantidade de areia. Ali, pensamos nós, poderemos deixar a cestinha, com as cinzas e as flores, que o mar irá se encarregar, aos poucos, de dissipar as cinzas, desmanchar as flores e levar a cestinha.

Isso pensado, entramos no mar, com água na altura das canelas. Preparei-me para depositar a cestinha, abaixei-me, coloquei a cestinha e só tive tempo de ouvir meu irmão me avisar, quase aos berros:
“Olha a onda!”

Só consegui erguer-me, rapidamente, levar um banho até pouco acima da cintura e ver, como num passe de mágica, pura mágica, a cestinha sendo arrastada pelas águas, as flores, algumas ainda inteiras, outras se despetalando, também levadas pelo mar, e as cinzas desaparecerem, certamente, tragadas pela força da onda. Uma flor, mansamente, no refluxo da maré, ainda voltou até perto de onde estávamos, e seguiu o mesmo destino das outras, mar a dentro. Quedamo-nos, os três, estatelados, estarrecidos!

Passados os poucos instantes de pasmo, só uma coisa ocorreu a nós três: alguma força, ou algumas, reuniram-se e trataram de cumprir as vontades da Marita e de Iemanjá. Algo, fora do nosso controle, do nosso entendimento e até da nossa crença, a princípio, ocorrera. Pura magia, puro encantamento!

A mesma maré que tão tranqüila e previsível estava, antes de colocarmos a oferenda, voltou a acalmar-se. Ainda ficamos vendo, durante alguns minutos, se alguma onda maior voltava a aparecer. Cinco, seis minutos, mar calmo. Apenas leves movimentos do mar.
Fomos embora, certos de que acontecera alguma coisa, dessas que a gente não consegue explicar, apenas vivenciar.

Conversando depois, comendo um milho num banquinho do Arpoador, tivemos a certeza de que aquela verdadeira festa de que participaramos, era a cara da nossa mãe. E mais, na certa ela esteve presente naquela surpresa que nos fora reservada.

Sobre o acontecimento, recebi do meu irmão e da minha cunhada, os relatos que se seguem:

“02/fevereiro/2005 – quarta-feira – 16:35 h

É meu irmão...
Há muito tempo não íamos à praia junto, nos dois, e muito menos com a nossa mãe.
Fomos, ou pelo menos eu fui, para satisfazer um desejo da velha, mas sem acreditar ser possível que ela visse a nossa homenagem.

De qualquer forma pensei, se for possível ela dar uma olhada vai ficar contente.

Fiz pouco da “velha dama indigna”.
Ela com certeza gostou da homenagem e resolveu participar dando um banho nos dois filhos que estavam cheio de dedos para presentear a rainha do mar com o último mergulho de sua filha Marita.. Tenho certeza que ela ficou contente e se despediu alegremente da gente.
Só fiquei com uma dúvida. Pelo banho que levamos, será que não foi idéia do velho Zadyr, que teria resolvido também participar da homenagem?

Mas que o momento foi mágico, foi. Não tenho a menor dúvida.

Para você, meu irmão um abração e para nossa mãe um até logo, até um dia.

Marco Antonio”

“02/fevereiro/2005 – quarta-feira – 16:35 h

É uma tarde Luminosa, na Ipanema de uma vida inteira.
Pedra do Arpoador... Mar de Mar..ita, como dizia e amava.
Descalços, na areia, caminham, dois meninos, levando a cestinha preciosa, toda enfeitada
com crisântemos brancos, chuvas de prata e a Deusa Mãe Marita, amada, presente, prestes a seguir novos caminhos naquelas águas do Mar...
São filhos, irmãos, unidos para o momento maior do Até logo... Até um dia...

* “Tá tudo aceso!! Tá tudo assim!! Tão Claro!! Tá tudo brilhando!! Tudo Ligado!!
Iluminando do Arpoador a São Conrado.
Tudo plugado...Tudo ardendo.... Tá tudo assim... Queimando feito salva de fogos!!!
Tá tudo assim....
Querendo colo... um berço, um braço quente, uma voz que cante baixo...”

O Mar... a Mãe... Marita...

Edna
Rio, 03 de fevereiro/2005

* Âmbar – Adriana Calcanhoto”

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OBRIGADO, MÃE!