sábado, julho 24, 2004

JARDIN DU LUXEMBOURG
Um dos pontos mais bonitos e agradáveis da cidade. Passeio obrigatório para visitantes e parisienses. Dava pra sentir, olhando para os usuários, que a grande maioria era local. Um jardim, um parque, pra ninguém botar defeito, emoldurando o lindo Palais du Luxembourg, situado no Boulevard Saint Michel.

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O Palais du Luxembourg e uma vista geral a entrada.

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Destaques e a Pelouse. Legal verificar a enorme quantidade de gente, verdadeiro piquenique. Ao lado, outra pelouse (gramado) vazia. Uma simples plaquinha, dizendo que não podia pisar, todo mundo obedece. Que nem aqui!

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Outros jardins, mais internos com os parisienses curtindo o gostoso dia ensolarado.

UM VERDADEIRO LUXO!!! (sem trocadilhos)
O ponto de internet que utilizávamos, ficava em frente a esse maravilhoso jardim.
AU 35
Um bistrô de responsa!
Sempre que viajamos, recebemos dos amigos chegados, indicações de visitas, exposições ou eventos interessantes, e, no caso de Paris, onde se comer bem e gostoso.
Meu amigão Stickel deu-me uma dica, que repasso entusiamadamente, de um bistrô chamado Au 35.

Localizado na Rue Jacob, 35, uma paralela ao Boulevard Saint German des Pres, próximo a igreja de mesmo nome, o local é muito bom. Coincidentemente, era bem próximo ao hotel em que ficamos, uns duzentos metros, se tanto. Preventivamente, voltando do passeio que fizera pela manhã a La Defense, fiz a devida reserva; 21.00 horas, marquei.

No horário, lá estávamos. Gozado é que em Paris, nessa época do ano, o Sol ainda está de fora, dia claro.
Vinho, meia garrafa e uma mineral Pellegrino (Pellegrinô, vraiment!!!), pedimos os pratos.
Verinha, ma femme, natureba que é, pediu uma “ratatouille” de legumes com tomates (tipo cereja, vimos depois) caramelizados. Moi, mais despojado, um peixe com purê, “au basilic”.
Enquanto tomamos parte do vinho, os pratos foram feitos e logo depois chegaram. Como todo bistrô francês, gostosissimos e reduzidos. Acompanham pãezinhos, baguettes cortadas, que serão, como vimos e sentimos depois, devidamente incorporados ao jantar na tarefa de “raspar” o molho, sempre muito bom.(**)
Sobremesa, soufflê de chocolate com sorvete de vanille, delicia de se comer rezando e dando graças aos céus de existirmos.

De fato, meu querido xará acertou em cheio na dica. Maravilha de local e comida!
VALEU, STICKEL!!!

**Reza a lenda que a “raspagem” dos molhos dos pratos, deve-se, sobretudo ao delicioso sabor dos ditos molhos. Não se deve perde-los, nada, nadinha.
Minha leitura diz-me que, além do molho a ser degustado, existe a necessidade de se complementar a refeição, para que a fome seja saciada.
Ça, pour moi, c´est vrai!!!

quarta-feira, julho 21, 2004

MALONGO (claro, Malongô!)
Caminhando e curtindo as ruazinhas vizinhas ao Hotel, pleno St. Germain des Pres, íamos vendo tremendos bares, bistrôs, lojinhas e nos deparamos com essa lojinha de café, da maior qualidade e bom gosto, super bem decorada e diferente.

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Saquei algumas fotos e , se aceitarem como dica, recomendo o local. Fica na Rue Saint André dés Arts, nas imediações da Igreja de St. Germain dês Pres e no meio do bochincho.
MUITO LEGAL!!!

domingo, julho 18, 2004

ANGELINA (ANGELINÁ, BIEN SUR!!!)

Tremendo local para se comemorar alguma coisa, lá festejei meu aniversário com minha mulher (modestamente, é claro!). Extremamente elegante, localizada na sofisticada Rue de Rivoli, frente ao Jardin des Tuileries.
Sempre cheia, pegamos uma pequena fila e fomos sentar em local para não fumantes.
Atendimento impecável, garçon atencioso e prestativo, pedimos uma Salade Tuileries para mim e uma Omelette de Champingnons pra Verinha, acompanhado de um vinho tinto simples (sempre bons, os vinhos franceses!) Parte integrante de qualquer refeição, as fatias de baguettes. Tudo muito bem preparado e gostoso. A sobremesa foi um Montblanc, uma espécie de merengue com creme e marrom glacê, carro chefe da casa, maravilhosa.

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Salão e Vitrine de tortas, chocolates, etc

Momentos simples e deliciosos, em um ambiente lotado de visitantes de todas as nacionalidades. Interessante notar, que a despeito da sofisticação do local, super bem decorado, imensos espelhos e lustres, vimos pessoas trajando até simples bermudas, sem maiores pretensões.
Os franceses, bons comerciantes, tem plena consciência do valor dos turistas e do bom retorno de grana que eles proporcionam. Sem frescuras e com muito respeito.
Valeu a pena conhecer e festejar meu aniversário aqui, dica do meu filho Bruno.

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O casal satisfeito; satisfeitissimo!

De lá saímos e fomos caminhar pela elegante Rue de Rivoli, vendo as lojas onde os ricos fazem as suas compras. (rsrsrsrsrs)

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Angelina (Verinha a porta) e arcada da Rue de Rivoli

RECOMENDADÍSSIMO!!!
TOUR EIFFEL
Tinha como certo de que não iríamos a Tour Eiffel. Já conhecia, já tinha ido lá em cima, já era coisa manjada.
Saímos de casa pra ir aoPalais de Tokyo, manhã de 30 de maio (meu niver). Desembarcamos na estação Bir Hakeim, perto da Torre, erramos o endereço do Palais de Tokyo, acabamos debaixo da dita Torre, chuva no lombo, gente pra cacete. Tirei umas fotos e nos mandamos, no trem (Transilien) , pro d´Orsay (lotadão, também).

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De repente, a Torre. Ela, vista de baixo

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Filas e lá atrás o Palais de Chaillot. Mais filas.

Pegamos um táxi, fomos pra Rue de Rivoli, Angelina, pra comemorar o meu aniversário (ver post seguinte)
A chuva parou, o sol apareceu e Paris continuou em festa!
PARIS, SEMPRE UMA FESTA!!!
ps: manjada, ou não, a Tour Eiffel é uma referência imbatível!

sábado, julho 17, 2004

MUSEÉ D´ORSAY
Um dos locais mais lindos e empolgantes de Paris. Visita obrigatória, já o conhecia desde aminha visita a Paris em 1990. Daquela vez, fui, pelo menos, umas cinco vezes ao d´Orsay.
Vasculhei o bicho, de cabo a rabo! Conheci e fotografei tudo.
Aí, marquei como visita obrigatória dessa vez. Tentei três vezes, filas imensas, tipo hora e meia de espera pra entrar. Americano a dar com pau! Desisti e dei como válidas a s minhas visitas anteriores.

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Quem sabe, fica pra outra ocasião. Ou não!, diria o inefável Caetano (Caetanô, en français).
FICA PRA PRÓXIMA!!!
AS PONTES DE PARIS
Essas pontes que cortam cidades, passando de um lado a outro, sempre conferem um ar romântico e nostálgico a qualquer lugar. Por mais importante ou mais insignificante que seja a cidade, o lugarejo, até o bairro. Aqui em Petrópolis não temos grandes pontes, aliás, são todas pequenas, mas tem seu charme, mesmo assim.

Pois bem, Paris, como uma grande parte das cidades européias, tem uma vasta quantidade delas, todas cobertas de histórias, glórias e acontecimentos ilustres. Revejo aqui no mapinha e são 26 pontes (as que cabem no mapinha de turismo!!), alem de duas passagens/passarelas, que dão aquele ar incomparável a cidade.

Nós ficamos em um hotel em Saint Germain des Pres, encostado no Boulevard de mesmo nome, local do bochincho e das coisas mais acontecíveis de Paris. Três chic!!! Nas proximidades, o Musee d´Orsay, uns duzentos metros o Sena e o famoso Rive Gauche com aquelas histórias, artistas e seus quadros, etc.

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E as pontes!!! Algumas das mais ilustres, tipo Carrousel, Royal, que dão de cara com o Louvre (do lado de lá), Des Arts e a Neuf, primeira a cortar (na pontinha) a linda Ile de Saint Louis. Essas as bem próximas. Um pouco mais além, a Pont Alexandre !!!, belissima, de cara com o Grand Palis e o Petit Palais. Um verdadeiro luxo!!!

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Dessas, a que mais me encantou foi a Pont des Arts, até pelo nome, de cara! É uma ponte de madeira, sem trânsito de veículos e onde, nas noites gostosas de Paris, a galera vai fazer seus piqueniques, sempre regado a bons vinhos nacionais (claro!), baguetes e queijos, também locais, muita musica e descontração, num ambiente geral de total confraternização. Fica cheia a tal ponte, nessas noites. De dia, local menos movimentado, mas cheio de estudantes de artes que ficam a rabiscar e pintar as paisagens vistas dali. Apaixonante!!!

AH...A PONT DES ARTS!!!
ps: não sei o que aconteceu, mas perdi as fotos que fiz da Pont des Arts; merde!!!!
POR DE SOL PARISIENSE
Embora cansado, e com os pés doendo adoidado, não me conformo em ficar no quarto do hotel. Saio a passear, dirijo-me a Pont du Carrousel, sol se pondo lá pra trás do Grand Palais.
Visual lindo, saquei essas fotos, que nem de longe dizem o espetáculo que era pros nossos olhos.

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Se não ficaram tão boas (eu acho que não), valem como registro de um momento inesquecível!
TAVA LINDO!!!
ONIBUS DE TURISTAS
Isso tem de montão, em Paris. Enormes e maravilhosos ônibus, muitos vindos de vários paises vizinhos, cheios de visitantes. Arrisco-me até a dizer, que se eles, os ônibus dos turistas, não rodassem pelas ruas parisienses, o trânsito seria uma maravilha, sem congestionamentos ou retenções.
Mas, gostaria de falar daqueles ônibus, que não vem de outros paises, ou cidades. Estou a falar daqueles, locais, que pegam os turistas que chegaram por avião, trem ou seja lá o que for. Tipo dois andares, pavimento superior aberto, cheio de turistas idosos, sabe como é, a turma de 60 anos pra cima. Conheço bem essa gente!

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Minha primeira impressão, e vou falar dos “amarelinhos” do Paris L´Open Tour, era de que aquilo, andar encarapitado num ônibus cheio de gringos velhos, batendo as mesmas fotos, parando nos manjadissimos (será?) locais célebres (Arc de Triomphe, Tour Eiffel, Ópera, etc.), tomando sol na cabeça, as vezes chuva, era uma tremenda babaquice, uma tolice de quem não tinha iniciativa ou criatividade pra fazer seus próprios programas. Em parte, isso é verdade.
Mas, sempre tem um mas, analisando melhor o que eles oferecem, o preço e a flexibilidade, mudei a minha opinião. Não fiz o programa, mas considero, depois das minhas cuidadosas pesquisas (rsrsrsrs), uma alternativa muito interessante. Pra mim, ficou com gosto de que eu deveria ter feito o programa.
Explico porque e como:
-Passes para um ou dois dias (25 euros e 28 euros, respectivamente);
-quatro roteiros diferentes;
-mais de 50 pontos de pra você descer e ficar, ou voltar a pegar o ônibus, uns 20/30 minutos depois (outro carro, claro!);
-os ônibus, passam por esses pontos, no máximo a cada 30 minutos.

Ou seja: você compra um passe, de um ou dois dias, tem conforto e pontualidade, dispõe de liberdade pra saltar e ver algum ponto ou outro mais interessante, não tem que subir e descer em estações de metrô, tem um guia pra informar, etc. Se você programar legal, acho que pode ser até mais econômico.Tem mais, se você (mais ela do que ele, penso), for do tipo comprador, tem um roteiro só dos grandes magazines.
Conclusão minha:
NÃO FIZ, MAS ACHO QUE PODE SER INTERESSANTE!

sexta-feira, julho 16, 2004

MERCADINHO 1º MUNDO
 
Verinha queria ir a Igreja da Medalha Milagrosa (Eglise de la Medaille Miraculeuse). Lá fomos nós. No caminho nos deparamos com o Bon Marche e seu “mercadinho”, super bonito.
Entramos e saquei algumas fotos, até ser interrompido pelo fiscal que me disse “pás de photo”. Perguntei, por perguntar, qual a razão, mas parei por ali.

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Vistas gerais e a Padaria
 
Mas o que fotografei, dá pra ter uma idéia da sofisticação do lugar. Pode ser coisa de pobre, terceiro mundista, mas nunca vi um super mercado tão elegante e bonito!Quando morávamos em São Paulo, íamos muito ao Pão de Açúcar do Market Place, super elegante, também. Perde de goleada!
Não me lembro se antes, ou depois, fomos a Medalha Milagrosa.
 
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Doces e Patisserie
 
COISA DE LOUCO, SÔ!!!
OS MAPAS DE PARIS
 
Andando pelas ruas de Paris, pelo menos metade das pessoas leva em mãos um mapinha da cidade. Alguns levam verdadeiros tratados, guias descomunais, até!
Vendo o mapinha, tudo parece perto. Você se anima e se dispõe a fazer os trajetos a pé.
As coisas, os monumentos, o Arco do Triunfo, a Torre, você consegue ver, de longe. Resolve caminhar, ir  a pé, mesmo. Deu-se mal!!!
As coisas são distantes e os mapinhas foram feitos pra “tapear” o turista! Você vai ficar cansado pra caramba, seus pés vão ficar inchados, os dedões doloridos e o prazer da caminhada vira um sacrifício.
Não caia nessa, amigão!!! Eu tentei e me dei mal!
No segundo dia, disse a minha atlética e querida mulher que, ou usaríamos os maravilhosos metro e ônibus da cidade ou eu me desintegraria. Acatada a minha sugestão, quase ordem, ou súplica, Paris ficou uma maravilha de fato!
Mas os dedões só pararam, de doer aqui no Brasil.
 
MAPINHAS MENTIROSOS!
SACRÉ-COEUR
 
Quando estive em Paris pra visitar o Bruno em 1990, um dos lugares que mais me marcou foi a Igreja de Sacre-Coeur. Era um domingo, com um sol inesperado pra época do ano, novembro, e o astral geral era maravilhoso. Ficou marcado!Agora, nessa viagem, tinha que voltar lá; coisa que a Verinha também queria, claro!
No dia 29 de maio, logo depois de assistirmos, pela TV, o Guga encaçapar o Federer, nos mandamos pra Sacre-Coeur.Metrô, desde a estação de Saint Germain des Pres até Barbes-Rochechouart, uma estação externa, mais antiga, desembarcamos e já sentiamos a presença da Igreja, melhor dizendo, da Basilique du Sacre-Coeur. Caminhamos, junto com a multidão e já de longe vimos a Sacre-Coeur, em sua plenitude. Maravilhosa! Mais um pouco, chegamos ao pé da subida, que fizemos via funicular. Lá em cima, aquela velha e conhecida vista dos tetos de Paris (Les Toits de Paris, de versos e músicas).

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Gente que não acabava mais, entramos na Igreja, perdão, Basilique. Já a conhecia, mas é sempre emocionante. Penso em tirar uma fotos e aparece um carinha dizendo que não pode. Mas vejo em todos os lados flashs espoucando. Faço-me de desentendido e, sem espalhafato e sem flashs, saco as minhas fotos. Impressionante o interior da Sacre-Coeur, vitrais e pinturas, altares e nave central, incríveis. Uma coisa divina, mesmo!. Paro, alguns momentos dessa minha ânsia foto-turística, recolho-me e aproveito para fazer minhas preces e meus pedidos.Sinto-me muito bem e feliz; e em paz!
 
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Saímos e curtimos a Place du Tertre, seus bares e bistrôs, os artistas e retratistas, aquele clima festivo que domina Paris. Ainda damos uma voltinha geral, existem outras igrejas em torno, olho as coisas da arquitetura, maldita mania!, procuramos a escadaria de descida (subimos pelo teleférico., pra baixo todo santo ajuda), e vamos nós. Paramos em um dos patamares dessa bela escadaria, intensamente arborizada, tiramos fotos/registros. O dia está completo e podemos voltar ao hotel, descansar e sair pra novas sortidas.

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PARDON!!! BASILIQUE DU SACRE-COEUR!!!

domingo, julho 11, 2004

PARISIANICES

SEPHORA (Seforá, bien entendu!)

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Plena Av. Champs Elysées, essa loja é um paraíso para quem gosta de perfumes. Claro, falo principalmente das mulheres. Enorme, bem iluminada, seguranças por toda parte, fotos proibidas, cheia, cheissima, de gente de todas as nacionalidades, uma verdadeira Babel!
Pras mulheres, parada obrigatória!
VALE A PENA!

OLIMPIADAS 2012

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Além das fotos gigantes dos heróis franceses que irão às Olimpíadas desse ano em todas as estações de metrô, as ruas de Paris estão cheias desses galhardetes “vendendo” a idéia das Olimpíadas de 2012.
Os caras estão interessados, mesmo!
Sinceramente, patriotismo e beleza natural do meu Rio de Janeiro â parte, não dá pra competir com uma cidade como Paris.
TORCEREI POR PARIS 2012!

EVANGELISTA ( Desculpem, Evangelistáááá!)

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Pertinho do Musee d´Orsay, na Rue de Bellechasse, um bistrozinho barato, em termos locais, com comida em quantidades a la brasileira (bastante), onde comemos duas vezes. Gostei muito!
Da segunda vez, pedi uma Salade de Crevettes (tinha um nome de fantasia, esqueci-me), que veio muito bem servida, plena de camarões, verduras e tempero adequados, que, na verdade, dava para servir os dois. Mas, guloso como sou, mandei sozinho.
Verinha pediu outra salada, também muito boa!
Lugarzinho plenamente recomendável. Se for ao D´Órsay, já sabe:
EVANGELISTA!!!

COISINHAS DA CIDADE LUZ